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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Nostalgia Pura: Alex Kidd in Miracle World (Master System)

Publicadora: SEGA  Lançamento: 1986 (U.S.A.)  Jogadores: 1  Gênero: Plataforma/Adventure

  Todos conhecemos o Mario, o grande símbolo dos videogames criado pela Nintendo. Após o sucesso de Super Mario Bros. (NES), várias empresas resolveram investir no mercado de games, sendo que uma das que mais se destacou foi a SEGA. Por que? Porque a empresa não apenas se baseou na fórmula de sucesso do bigodudo, mas também a modificou, e o resultado foi uma franquia que foi esquecida na Era 16 Bits da indústria: Alex Kidd in Miracle World. Esse game foi responsável por levar a SEGA para o mercado dos videogames por completo, e agora nós iremos discutir sobre os prós e os contras do jogo, então, segurem-se em suas cadeiras e vamos lá XD !!!


Jo ken...po!!!

Ótimos gráficos ajudam a empolgar o jogador!!!
  Ao iniciar o jogo, você percebe 2 coisas: 1º os gráficos são ótimos, e 2º a jogabilidade não é muito boa...
  
  Por que? Bem, deixem me explicar. O personagem principal (e único jogável), Alex Kidd, não pode derrotar inimigos pulando em cima deles, ao invés disso ele dá soco nos monstros. Talvez a SEGA quisesse que o jogo fosse o mais diferente possível do clássico do Nintendinho, o que é bom, mas há algo muito grave que prejudica muito a jogabilidade: a movimentação. Com um simples toque no direcional, o nosso bravo herói se move, mas o problema é que ele anda muito rápido, e como você morre com apenas uma simples e inocente esbarrada num inimigo, bem...vocês entenderam.
Pular é para os fracos...O negócio aqui é dar soco...

Nessas horas você percebe o valor de uma vida extra...

  Além disso, os pulos também não são muito ajustáveis, então é muito fácil você executar um salto direto para um inimigo, quando na verdade você queria passar por cima dele. Ao menos há algumas coisas para te ajudar durante a aventura, como itens e veículos.


Se beber, não dirija

Legal o seu helicóptero, seria uma pena se...você encostasse em alguma coisa...
Stone Head, o primeiro chefe do jogo...WTF?!!!

  Mas, se tem uma coisa que o jogo realmente inovou, com certeza foram as batalhas contra chefes, pois elas acontecem na base do Jo Ken Po (mas conhecido por aqui como pedra, papel, tesoura). É aquele velho esquema: Pedra vence Tesoura, Tesoura vence Papel e Papel vence Pedra, então não há muito sobre o que falar, apenas que você precisa ser cauteloso.

  Se você não leu nada à cima, eu vou resumir: O jogo irá rir da sua cara, e você não poderá fazer nada sobre isso e_e ...


Esse pulo é do mau T-T
O Grande resgate!!!


Mapa do Reino de Radaxian
O homem que diz a Alex que ele é filho do Rei
  Ok, vocês já tem uma breve noção sobre o jogo, mas ainda há algumas coisas que podem convence-lo (ou não) a jogar o game. Então é necessário conhecer a história do jogo. Há 700 anos atrás, no planeta Aries, o Rei Trovão Sander Radaxian desapareceu misteriosamente, levando o reino a uma época de desespero e caos. Jaken o Grande aproveita a situação e sequestra o filho do Rei, que era o próximo na linha de sucessão ao trono, além de transformar os habitantes do reino em blocos. Alex Kidd, um garoto que morava no Monte Eterno dedicando a vida a praticar a técnica Shellcore (poder destruir objetos com as mãos nuas), fica sabendo por um homem que na verdade, ele [Alex] também é filho do Rei e irmão gêmeo de Egle [o sequestrado]. Agora cabe a ele salvar seu pai, seu irmão e também o reino das mãos de Jaken...Sim, clichê, meio genérico, mas funciona, então tudo bem.








Acertos e problemas à parte...

  Já deu para perceber que o jogo é difícil e que a história é clichê (não é ruim, mas poderia ter um "algo a mais"), mais além disso o jogo também possui alguns glitchs. Se você estiver perto do topo da tela, não conseguirá atacar, além de que a precisão dos ataques não é muito boa, nada gritante, mais prejudica a nota final. Eu poderia falar sobre a música, mas ela não varia muito, todos os temas tem um toque "animado", então deixarei apenas a música tema do jogo: 


Só milagre mesmo...

Antes de dar a nota final, eu irei dar a minha opinião pessoal sobre o jogo:

Gráficos: São bons, mas o background é sempre o mesmo...
Jogabilidade: É ruim...MUITO ruim!!!
Música: Legal, mas não varia muito...


  Calma, o jogo é ruim, mas de uma maneira boa...Se você não entendeu, deixe eu explicar de maneira mais simples. Ele é bom, mas a jogabilidade é RUIM!!! Do que adianta possuir gráficos superiores a Super Mario Bros. se a jogabilidade é ruim?!!! Mas felizmente há os veículos, então melhoram um pouco a situação...Vamos logo para a nota final:
...What?!!!...

 Jogabilidade: 7.5 -----Som: 8.0 -----Nostalgia: 8.0
Gráficos: 8.5 -----Diversão: 7.5

Nota Final: 7.9

  O jogo não chega ao ponto de te fazer  surtar ou incendiar a casa do seu vizinho, mas a jogabilidade devia ser melhor...Mesmo assim, não chega a ser um jogo podre, então recebe um 7.9. Se acha que eu exagerei, apenas jogue o jogo e compare-o com outro platformer da época.                                     

O que você achou?

5 comentários:

  1. Post ficou meio sem sal ;D

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  2. Poxa eu gostei do post apesar de não curtir muito esse jogo. Mas ficou da hora mano parabéns

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